Configuração Mínima ¤ Sistema Requerido pelo Fabricante: PIII 1GHz, 256 Mb RAM, Win 98/ME/2000/XP, placa de vídeo 3D c/ 32 Mb compatível c/ DirectX 9, CD-ROM 4X.¤ Sistema Sugerido pela GamesBrasil: Athlon XP 2.0+, 512 Mb RAM, placa de vídeo com 64 Mb (ATI ou nVidia), CD-ROM 40X.
Descrição Introdução:Não é exagero afirmar que, os norte-americanos, líderes mundiais em diversas modalidades esportivas, têm a praxe de adaptar qualquer estilo desportivo – desde que originadas em outras localidades geográficas – e moldar à capacidade de sua própria nação, formando profissionais dedicados e fazendo o seu país ainda mais soberano em quase todas competições.Levantando o sentido literário da palavra, “adaptar” nada mais é do que amoldar, tornar apto, adequar uma prática cultivada de um país a outra cultura, englobando desta forma esportes com regras idênticas, porém meios de execuções relativamente distintos. Para visualizarmos um exemplo, vejamos hoje o futebol, que nasceu na Inglaterra (embora já existam provas de que o berço foi a China), e se disseminou por centenas de pátrias; mesmo se baseando em regras globais, cada região do mundo apresenta um estilo diferente de jogo, certamente porque o futebol se adaptou às condições destes países, e se desenvolveu de forma diferente em cada local.Não mais que um pequeno conceito, a idéia acima serve para explicar a razão dos americanos, os mesmos que deram inicio a introdução, conseguirem distorcer a imagem de esportes nos quais nem eles mesmos sagram-se campeões. Urban Freestyle Soccer (ou Freestyle Street Soccer como será chamado especialmente nos EUA) é mais um exemplo clássico desenvolvido pela famosa Acclaim Studios, utilizando desta vez o futebol, e como ele seria se fosse inventado pela cultura americana dos dias de hoje.
Jogabilidade:Nada tão espetacular, a concepção de Urban Soccer é das mais chulas possíveis: times de quatro integrantes, reunindo gangues, rappers, rastas e residentes da periferia do mundo todo para bater uma pelada. Se fosse no Brasil, teríamos o futebol de salão, mas os filhos do tio Sam criaram uma mescla de brigas de rua com o esporte, o que não podia ir muito aquém da imaginação deles. O resultado é um game bastante arcade, sem muitos fundamentos e com o objetivo de fazer gol de formas bonitas e impossíveis.Para torná-lo mais característicos a outros títulos americanos, o jogo exige mais do aprendizado em concluir combos e pontuar incansavelmente do que se concentrar na partida. Lembrado que o game não é nenhum Tony Hawk Pro-Skater, Kelly Slater´s Pro Surfer, Dave Mirra´s BMX (afinal, ele tem uma bola), todas as jogadas e passes resultam em pontos, com a finalidade única de se atingir recordes por fases, o que até aqui, nada de anormal. O controle não é tão complicado, porém os dribles “fenomenais” requerem um pouco mais do que familiaridade com os botões. A exibição dos jogadores é abusiva, sendo muito comum o goleiro inventar de rebater com uma bicicleta o chute adversário, ou o atacante querer “chapelar” o zagueiro antes de concluir para o gol; a objetividade é deixada de lado para dar espaço às extravagantes acrobacias, não demorando muito para perceber que jogar futebol fica como segunda opção. E isto passa a ser mais do que um empecilho, pois quando se pensa que basta apenas mandar a bica pro gol, o jogador pratica alguma manobra só para uma graça extra, até que o back adversário lhe resolva enfiar um soco na fuça. A violência é liberada – nem árbitro tem – e se não bater for o suficiente, pode-se atirar objetos que ficam espalhados pelo cenário.E não pense que os pontos feitos nas manobras não são recompensados: seu uso excessivo resulta na possibilidade do “Netbuster”, uma espécie de um poderoso chute devastador, que além de lançar todos os participantes para longe, derruba até mesmo o goleiro, resultando muitas vezes em gol; se porventura o pobre arqueiro estiver na direção do tiro, o caminho para o gol ficará livre após o nocaute, considerando a demora de preciosos segundos para que todos consigam se recuperar e levantar do efeito do chute.No game existe um total de cinco modos, sendo três do estilo carreira. No Home Turf, deve-se enfrentar em domínios opostos todos os adversários existentes, podendo aprimorar as qualidades de chutes, habilidades, velocidade e outras com a vitória de cada partida. Em Versus Mode, são as gangues que visitam seu campo, cabendo a você derrotá-los numa fatigante seqüência de nove jogos. O mais puxado é sem dúvida o Street Challenge, que reúne todos os times numa longa liga – todos contra todos – e duradoura, que somente os loucos por desafios conseguem chegar. As dez equipes retratam a escória das periferias de todas as grandes capitais mundiais (oriental, americana, latina, britânica, etc.), e até mesmo um time feminino, que por sinal consegue jogar mais bola do que muitos outros. No líquido, eles não se distinguem muito um dos outros, mas cometem os mesmos erros banais de programação. A movimentação extremamente mecânica dos jogadores não compensa a boa física da bola, e problemas como gols contras involuntários ou passes errados chegam a ser muito comum.


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